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* A João Batista do Lago a propósito do seu poema
Despertar
Neste instante a vida é-te oferecida.
Neste instante, em que da dor do parto
pariu-se a palavra que consagrou o poema,
a luz, como promessa divina, irrompe
através das sombras quebrando, uma a uma,
as rochas negras do teu caminho.
Dos instintos que norteiam teu coração,
abre as portas às dúvidas da inerência do teu ser,
porque as virgens, filhas do sol, iluminam o trilho,
mas és tu que transmitirás a chama que te ilumina.
A sabedoria do ser está em ti na visão remanescente
que te fica em cada instante dos teus instintos.
Ah… filhas do sol! Guardem
cada uma das vossas chaves, anelando
do desejo que da sombra se faça sol
e, no caminho iluminado da vida,
o sol derreta a rocha na evanescência
dos medos e das sombras e se transforme em Luz.
* A João Batista do Lago a propósito do seu poema
Despertar
Neste instante a vida é-te oferecida.
Neste instante, em que da dor do parto
pariu-se a palavra que consagrou o poema,
a luz, como promessa divina, irrompe
através das sombras quebrando, uma a uma,
as rochas negras do teu caminho.
Dos instintos que norteiam teu coração,
abre as portas às dúvidas da inerência do teu ser,
porque as virgens, filhas do sol, iluminam o trilho,
mas és tu que transmitirás a chama que te ilumina.
A sabedoria do ser está em ti na visão remanescente
que te fica em cada instante dos teus instintos.
Ah… filhas do sol! Guardem
cada uma das vossas chaves, anelando
do desejo que da sombra se faça sol
e, no caminho iluminado da vida,
o sol derreta a rocha na evanescência
dos medos e das sombras e se transforme em Luz.


















